Conceitos Fundamentais sobre Economia

Por Maxi Educa 09 set 2015 - 11 min de leitura
11 min

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O que são conceitos básicos de economia?

Primeiramente, vamos compreender o que é a economia e a sua divisão de macroeconomia e microeconomia, para posteriormente vermos conceitos fundamentais relacionadas à economia presentes no nosso cotidiano!

O conceito de Economia

As pessoas necessitam alimentar-se, vestir-se, receber uma educação, etc.; para isso, há os recursos, mas a renda é insuficiente na hora de conseguir todos os bens e serviços desejados para satisfazer suas necessidades.
A satisfação de necessidades materiais (alimentos, roupas e habitação) e não-materiais (educação, lazer, etc.) de uma sociedade obrigam seus membros a se ocuparem de determinadas atividades produtivas. Por intermédio dessas atividades, produzem os bens e serviços que necessitam, e que posteriormente se distribuem para seu consumo entre os membros da sociedade.

Definição Economia

A economia estuda a maneira como se administram os recursos escassos, com o objetivo de produzir bens e serviços e distribuí-los para seu consumo entre os membros da sociedade.
De forma intuitiva, pode-se dizer que a economia se preocupa com a maneira como os indivíduos “economizam” seus recursos, isto é, como empregam sua renda de forma cuidadosa e sábia, de modo obter o maior aproveitamento possível.

Definição de Microeconomia

Estuda o comportamento de consumidores e produtores e o mercado no qual interagem. Preocupa-se com a determinação dos preços e as quantidades em mercados específicos.
A microeconomia é aquela parte da teoria econômica que estuda o comportamento das unidades, tais como os consumidores, as indústrias e empresas, e suas inter-relações.

Definição de Macroeconomia

Estuda a determinação e o comportamento dos grandes agregados como PIB, consumo global, investimento global, exportação, inflação, desemprego, com o objetivo de delinear uma Política Econômica.”
– A macroeconomia estuda o funcionamento da economia em seu conjunto. Seu propósito é obter uma visão simplificada da economia que, porém, ao mesmo tempo permita conhecer e atuar sobre o nível da atividade econômica de um determinado país ou de um conjunto de países.

Repetidas vezes, termos desconhecidos aparecem em entrevistas e reportagens sobre economia, além de fragmentos de textos. Não permita que estes termos dificultem a sua resolução de provas e o seu entendimento da economia brasileira, bem como das atualidades do país. Para tirar suas dúvidas e ampliar o conhecimento, fique por dentro de 30 conceitos básicos da economia.

1. CAPITAL: Riqueza utilizada, em suas diversas formas, com o objetivo de gerar mais riqueza para seus detentores. Para as empresas, representa o chamado capital social, isto é, o capital inicial que foi subscrito e integralizado por seus sócios quando do surgimento da empresa, acrescido ao longo do tempo pela incorporação dos lucros líquidos. Uma empresa é de capital aberto quando se trata de uma sociedade anônima cujo patrimônio é composto por ações que são negociadas na bolsas de valores por um número relativamente grande de acionistas cuja identidade não necessariamente é fixa ou mesmo conhecida. Já as empresas de capital fechado possuem um número determinado de sócios e seu patrimônio não pode ser objeto de negociação em balcão das bolsas de valores.

2. ECONOMIAS DE ESCALA: São as economias obtidas quando da produção de bens em larga escala através da redução nos custos unitários.

3. ECONOMIA DE ESCOPO: Quando há maximização de lucros com a produção simultânea de mais de um produto, a chamada produção conjunta. A economia de escopo só se define quando a produção dos produtos separadamente se mostra mais onerosa. É resultado da utilização da mesma matéria prima na produção de tais produtos. É comum que exista economia de escopo em empresas diversificadas; neste caso, o escopo é a variedade de produtos que podem ser produzidos conjuntamente, a partir da mesma matéria prima, para atingir o lucro máximo.

3. INFLAÇÃO: Aumento persistente dos preços em um nível generalizado, de que resulta uma contínua perda do poder aquisitivo da moeda para a população do País onde ocorre. É um fenômeno monetário perigoso, porque a elevação de um preço puxa a de outros. As causas são diversas, mas geralmente resultam ou da emissão sem lastro de moeda (quando o governo precisa de dinheiro para pagar suas dívidas sem que tenha ocorrido um aumento nas atividades econômicas), ou do reajuste no câmbio (quando o governo é obrigado a desvalorizar sua moeda em relação à outra mais forte, em geral o dólar). No Brasil há três índices básicos de inflação: o IPC (medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo, a Fipe), o INPC (do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE) e o IGP (Índice Geral de Preços, calculado pela Fundação Getúlio Vargas).

4. HIPERINFLAÇÃO: Quando os preços aumentam tanto e tão rápido que todos gastam o dinheiro assim que o recebem. Essa velocidade no consumo se dá devido ao temor de que o dinheiro perca seu valor. A partir daí, a confiança da população na estabilidade da moeda é destruída e busca-se investir em moedas estrangeiras, ouro, imóveis. No Brasil, a hiperinflação registrada foi mais amena. Mesmo assim, chegou a bater os 80% em um único mês (março de 1990).

5. EXTERNALIDADES (ECONOMIAS EXTERNAS): Benefícios obtidos por empresas que se formam (ou já existentes) em decorrência da implantação de um serviço público (ex: energia elétrica) ou de uma indústria, proporcionando à primeira vantagens antes inexistentes. A existência de externalidades atua no sentido das reduções de custo e é uma alavanca para o desenvolvimento econômico.

6. JURO: Remuneração que o tomador de um empréstimo deve pagar ao proprietário do capital emprestado.

7. VANTAGENS COMPARATIVAS: Concepção teórica criada por David Ricardo sobre o comércio internacional. Afirma que cada país deveria dedicar-se ou especializar-se onde os custos comparativos fossem menores.

8. PRODUTIVIDADE: Resultado da divisão da produção física obtida numa unidade de tempo (hora, dia, ano) por um dos fatores empregados na produção (trabalho, terra, capital).

9. POUPANÇA: Parte da renda nacional ou individual que não é utilizada em despesas, sendo guardada e aplicada depois de deduzidos os impostos.

10. MERCADO: grupo de compradores e vendedores que estão em contato suficientemente próximo para que as trocas entre eles afetem as condições de compra e venda dos demais.

11. PLANO REAL: programa econômico que, a partir de 1994, estabilizou a inflação brasileira que até então estava descontrolada.

12. PRODUTO INTERNO BRUTO (PIB): a produção de um país é medida por meio desse indicador, que leva em conta três grupos principais: Agropecuária, formada por Agricultura, Extrativa Vegetal e Pecuária; Indústria, que engloba Extrativa Mineral, Transformação, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Construção Civil; e Serviços, que incluem Comércio, Transporte, Comunicação, Serviços da Administração Pública e outros serviços.

13. POLÍTICA ECONÔMICA: São as medidas adotadas pelo governo para controle da economia. As políticas relativas ao orçamento, por exemplo, afetam todas as áreas da economia e constituem políticas de tipo macroeconômico; outras afetam algum setor específico, como, por exemplo, o agrícola e constituem políticas de tipo microeconômico. Estas são dirigidas a um setor, a uma indústria, a um produto ou ainda a várias áreas da atividade econômica e criam a base legal em que devem operar os diferentes mercados, evitando que a competição gere injustiças sociais.
Alguns defendem que o governo não deve interferir na economia e deixar que ela funcione por conta do próprio mercado, ou seja, as relações de compra e venda entre empresas, bancos e consumidores. Outros acreditam que o governo deve cobrir as deficiências inerentes ao mercado. Neste caso, a política econômica deve prever e tentar eliminar as crises, além de tentar reduzir o desemprego e fomentar um rápido crescimento econômico.

14. POLÍTICA MONETÁRIA: é o controle da quantidade de dinheiro em circulação no país. Ela auxilia na definição das taxas de juros do governo.

15. RENTABILIDADE: é a taxa que indica o retorno de um investimento. Calcula-se dividindo o lucro obtido pelo valor do investimento inicial.

16. SPREAD BANCÁRIO: é a diferença entre os juros que são pagos pelos bancos na captação de dinheiro e os que eles cobram nos empréstimos concedidos. No Brasil, essa taxa atinge um dos maiores valores do mundo. Em 2004, de acordo com o Banco Central, foi de 28,1 pontos percentuais.

17. TARIFAS DE SERVIÇO: tarifas cobradas pelos bancos por serviços prestados como saques em caixas eletrônicos, extratos, manutenção de contas e outros.

18. TAXA DE INVESTIMENTO: as despesas do governo são classificadas de duas maneiras: despesas de custeio e despesas de investimento. Nas despesas de custeio, estão a compra de bens de consumo, pagamento de salários dos servidores públicos, pagamento de benefícios sociais etc. As despesas de investimento são aquelas feitas na aquisição e construção de bens duradouros: estradas, escolas, hospitais e o pagamento de empréstimos. A taxa de investimento do governo é calculada com base no total das despesas com investimentos dividida pelo total da riqueza nacional produzida em um ano: o Produto Interno Bruto – o PIB.

19. TAXA SELIC: É a taxa básica da economia brasileira que significa Sistema Eletrônico de Liquidação e Custódia estabelecida mensalmente pelo Comitê de Política Monetária (Copom), órgão do Banco Central. Ela indica quanto o governo paga em juros pelos títulos que emite regularmente para refinanciar sua dívida. Ao calcular essa taxa, o Copom leva em consideração diversos fatores, como a previsão da inflação futura (próximos 30 dias) e as tendências momentâneas de queda ou elevação dos preços da economia (inflação passada).
As condições da economia internacional também são consideradas: se há excesso de dinheiro no mercado internacional (liquidez internacional), ou se há falta de dinheiro. O mesmo cálculo é feito no mercado interno: se há muito ou pouco dinheiro circulando (liquidez interna) e a necessidade de financiamento das contas públicas (se o governo tem pouco ou muito dinheiro em caixa para honrar suas dívidas que estarão vencendo nos próximos trinta dias, mais as despesas do dia a dia – as despesas de custeio e despesas de investimento).

20. DÍVIDA EXTERNA PÚBLICA: é o total da dívida que o governo tem com bancos, empresas ou mesmo pessoas, no exterior. A dívida é representada por papéis chamados títulos. Os mais conhecidos títulos brasileiros são os C-Bonds, emitidos pelo Tesouro Nacional. Ao tomar o dinheiro emprestado, o governo se compromete a pagar determinada taxa de juros.

21. DÍVIDA INTERNA: é o total da dívida que o governo tem com bancos, empresas ou mesmo pessoas, negociada no interior do país. Para o governo tomar dinheiro emprestado, ele emite títulos da dívida, que são como notas promissórias, por meio das quais o governo diz como, quando e quanto vai pagar por aquela dívida, sempre acrescida de juros – que são os juros básicos do país, chamados de Taxa Selic no Brasil.

22. MERCADO CAMBIAL: Instituições que realizam a conversão da moeda nacional em divisas estrangeiras e vice-versa em operações relacionadas ao comércio externo de bens e serviços.

23. MERCADO DE CAPITAIS: Conjunto de instituições que fornece capital de longo prazo. Inclui as Bolsas de Valores, bancos, seguradoras etc.

24. MERCADO DE CRÉDITO: Conjunto de instituições (bancárias e não bancárias) que fornece capital de curto prazo, tanto para o consumo quanto para o capital de giro das empresas, além de atuarem no mercado de títulos públicos.

25. MERCADO FINANCEIRO: É o conjunto formado pelo mercado cambial, o mercado de capitais, o mercado de crédito e o mercado monetário.

26. MERCADO MONETÁRIO: Instituições que realizam operações de crédito de curto e curtíssimo prazo para a cobertura de desencaixes momentâneos dos agentes econômicos, aí incluídos o Tesouro Nacional e os próprios bancos. Serve como principal instrumento de regulação da liquidez da economia para o banco central, através da compra e venda de títulos públicos.

27.  MONOPÓLIO: Estrutura de mercado em que uma única empresa ou grupo de empresas sob controle único dominam a oferta de determinado produto ou serviço num determinado mercado. Monopólio natural, quando as condições técnicas da produção (basicamente as economias de escala e os elevados custos fixos) fazem com que a existência de uma única empresa seja a solução mais eficiente em termos de redução de custos. Monopólio legal, quando imposto por regulamentação pública.

28. MONOPSÔNIO: Uma situação em que existe somente um comprador de determinada mercadoria ou serviço num determinado mercado.

29. OLIGOPÓLIO: Estrutura de mercado na qual um pequeno grupo de empresas controla parcela expressiva da oferta de produtos e serviços. Mesmo que haja um número grande empresas no mercado, o fundamental é que a competição entre as maiores empresas tem de levar em conta, de forma sistemática, a presença e a reação de outros concorrentes de porte e competitividade semelhante.

30. OLIGOPSÔNIO: Estrutura de mercado em que poucas empresas, de grande porte, são as compradoras de determinada matéria-prima ou produto primário. Pode ocorrer de duas maneiras: quando um mercado comprador é muito concentrado, com poucas e grandes empresas negociando com muitos pequenos produtores atomizados, ou quando tanto o mercado consumidor como o mercado vendedor são concentrados.

Clariana Ribeiro Nogueira.
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Comentários
  • Josilene silva 28 set 2017

    Gostaria de receber assuntos sobre economia

  • mm
    Maxi Educa 02 out 2017

    Bom dia Josilene. Obrigada por sua participação e sugestão em nosso blog. Repassei para o tutor responsável e assim que possível, ele trará esse tema. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Camila 04 jan 2018

    Bom conteúdo escrito de forma simples. Ideal para os iniciantes no mundo da Economia. Parabéns!

  • mm
    Maxi Educa 04 jan 2018

    Boa tarde Camila. Agradecemos sua participação em nosso post e ficamos muito satisfeitos e contentes em saber que nosso material lhe foi útil. Nossa intenção é auxiliar os estudantes que estão no começo da caminhada. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Antonio Judas 18 fev 2018

    admiro tanto todo conhecimento debitado nesta pagina .E conhecimento puro no que diz respeito a economia.

  • mm
    Maxi Educa 19 fev 2018

    Bom dia Antonio Ficamos gratos pelo seu comentário e participação em nosso post. Tentamos trazer o máximo de informação sobre Economia para auxiliar os estudos. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Jorge Valente 30 maio 2018

    Matéria apresentada de maneira clara e objetiva. Parabéns pela didática!!1

  • mm
    Maxi Educa 30 maio 2018

    Boa tarde Jorge. Agradecemos imensamente sua participação em nosso blog. Nosso intuito foi trazer esse assunto de modo claro e objetivo e ficamos felizes em saber que conseguimos cumprir com essa finalidade. Continue lendo outros posts em nosso site, todos os dias temos um assunto diferente. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Gustavo da Silva 06 nov 2018

    Foi muito boa a explicação introdutória ao tema. Particularmente eu desconhecia muito do que foi apresentado, e agora, estou curioso para poder compreender mais a fundo cada exposto nesta apresentação. Muito obrigado!

  • mm
    Maxi Educa 06 nov 2018

    Boa Tarde Gustavo, É muito bom saber que você gostou do nosso blog. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Miriame Pedro 22 mar 2019

    Qual é a noção da economia?E o objetivo da economia E os princípios de tomada de decisão

  • mm
    Maxi Educa 25 mar 2019

    Olá Miriame, Bom Dia!! A Noção da Economia é que ela é uma ciência social, que estuda toda a produção, a distribuição o consumo de bens e serviços, estuda também a contenção ou moderação nos gastos de uma sociedade, ou seja, a economia vai estudar como se administra os todos os recursos e como esses recursos vão ser distribuídos para os membros da sociedade. O objetivo principal da Economia é administrar do processo econômico de materiais, os resultados do trabalho social e a distribuição da riqueza, além disso, estuda ainda a administração dos recursos, principalmente dos escassos, buscando compatibilizá-los com as necessidades ilimitadas da sociedade. Existem 4 princípios de tomada de decisão na economia, abaixo segue eles: Os quatro princípios da tomada de decisão na economia 1º Pessoas enfrentam trocas: As atividades econômicas que as pessoas praticam são na verdade, trocas, na nossa sociedade os recursos não estão totalmente disponíveis de forma que a escolha de um recurso, normalmente, quer dizer abrir mão de outro, devido a isso, é de vital importância que todas as pessoas saibam determinar o que é realmente importante e necessário a fim de fazer as escolhas corretas. 2º O preço de algo é o que você desiste para conseguir aquilo: O segundo princípio refere-se à comparação que o consumidor deve fazer entre o ônus dispendido e o benefício recebido, quando a pessoa resolve financiar um carro, por exemplo, ela tem que saber que não terá disponível o valor correspondente às parcelas todo mês, até terminar de pagar. Para adquirir algo, sempre é necessário abrir mão de um bem para adquiri-lo, no geral, dinheiro. 3º Pessoas racionais pensam na margem: Por mais que todos tentem, as opções que possuímos nunca são completamente previsíveis, existem “desvios” ou, em termos econômicos, mudanças marginais, para melhor ou para pior, assim considerando que as pessoas racionais pensam na margem, o tomador de decisões executa a ação quando considera que o benefício marginal é maior que o custo marginal. 4º Pessoas respondem a incentivos: As pessoas podem fazer escolhas, ou seja, decisões, e essas decisões são tomadas calculando se o benefício é maior que o ônus, considerando, ainda, as variáveis, dessa forma, alterações no processo efetivamente alteram a decisão das pessoas, de forma que incentivos, certamente, causarão tal alteração. Obrigado por deixar seu comentário em nosso post. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

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