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English Texts – A Aventura de Desvendar o Texto.

Por Ayeda Sanches 30 jun 2016 - 4 min de leitura
4 min

A cada dia, o Inglês é cobrado para mais processos seletivos. A forma principal de se avaliar o nível de conhecimento é através da compreensão de textos.

Sabemos que para aqueles que quase não teve contato com a língua, é difícil olhar para a folha cheia de palavras diferentes e não se apavorar. Porém, há técnicas que podemos aplicar para que a leitura não se torne algo difícil e não prazeroso.

Já ouviu falar em Inglês Instrumental? Trata-se de uma técnica de leitura de textos em língua estrangeira, onde estratégias são usadas para auxiliar na compreensão.

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O que é Inglês Instrumental?

Também conhecido como Inglês para Fins Específicos – ESP, o Inglês Instrumental fundamenta-se no treinamento instrumental dessa língua. Tem como objetivo essencial proporcionar ao aluno, em curto prazo, a capacidade de ler e compreender aquilo que for de extrema importância e fundamental para que este possa desempenhar a atividade de leitura em uma área específica.

Estratégias de leitura

Algumas estratégias de leitura são consideradas básicas no Inglês Instrumental, a saber:

– Skimming: trata-se de uma estratégia onde o leitor vai buscar a ideia geral do texto através de uma leitura rápida, sem apegar-se a ideias mínimas ou específicas, para dizer sobre o que o texto trata.

– Scanning: através do scanning, o leitor busca ideias específicas no texto. Isso ocorre pela leitura do texto à procura de um detalhe específico. Praticamos o scanning diariamente para encontrarmos um número na lista telefônica, selecionar um e-mail para ler, etc.

– Cognatos: são palavras idênticas ou parecidas entre duas línguas e que possuem o mesmo significado, como a palavra “vírus” é escrita igualmente em português e inglês, a única diferença é que em português a palavra recebe acentuação. Porém, é preciso atentar para os chamados falsos cognatos, ou seja, palavras que são escritas igual ou parecidas, mas com o significado diferente, como “evaluation”, que pode ser confundida com “evolução” onde na verdade, significa “avaliação”.

– Inferência contextual: o leitor lança mão da inferência, ou seja, ele tenta adivinhar ou sugerir o assunto tratado pelo texto, e durante a leitura ele pode confirmar ou descartar suas hipóteses.   

– Reconhecimento de gêneros textuais: são tipos de textos que se caracterizam por organização, estrutura gramatical, vocabulário específico e contexto social em que ocorrem. Dependendo das marcas textuais, podemos distinguir uma poesia de uma receita culinária, por exemplo.

– Informação não-verbal: é toda informação dada através de figuras, gráficos, tabelas, mapas, etc. A informação não-verbal deve ser considerada como parte da informação ou ideia que o texto deseja transmitir.

– Palavras-chave: são fundamentais para a compreensão do texto, pois se trata de palavras relacionadas à área e ao assunto abordado pelo texto. São de fácil compreensão, pois, geralmente, aparecem repetidamente no texto e é possível obter sua ideia através do contexto.

– Grupos nominais: formados por um núcleo (substantivo) e um ou mais modificadores (adjetivos ou substantivos). Na língua inglesa o modificador aparece antes do núcleo, diferente da língua portuguesa.

– Afixos: são prefixos e/ou sufixos adicionados a uma raiz, que modifica o significado da palavra. Assim, conhecendo o significado de cada afixo pode-se compreender mais facilmente uma palavra composta por um prefixo ou sufixo.

– Conhecimento prévio: para compreender um texto, o leitor depende do conhecimento que ele já tem e está armazenado em sua memória. É a partir desse conhecimento que o leitor terá o entendimento do assunto tratado no texto e assimilará novas informações. Trata-se de um recurso essencial para o leitor formular hipóteses e inferências a respeito do significado do texto.

Lembre-se que não precisamos saber traduzir todas as palavras de um texto. Você precisa, na verdade, é entender a ideia do texto, o assunto que será tratado. Às vezes, você só precisa tentar entendê-la pelo contexto, tente anotar perto da palavra o que você acha que é, e se a palavra aparecer mais de uma vez, há mais chances de conseguir compreendê-la. Se nada disso resolver, pule aquelas palavras que você não entendeu. Talvez ela nem seria tão importante.

Nada adianta ser um dicionário ambulante, conseguir distinguir as classes de palavras, se não conseguir compreender a mensagem que o texto quer nos passar.

Ah! E não se esqueça: Imagens, tabelas, gráficos, título, subtítulo, tudo que vem junto com o texto, faz parte do conteúdo. Lembre-se de analisar tudo! Pratique a leitura sempre, com assuntos diversos. Quanto mais vocabulário, menos estratégias e mais autonomia você cria!

E quais as técnicas que você já criou para facilitar sua leitura? Conte-nos!

Boa leitura!

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