Escala de Glasgow: Uma escala muito utilizada para avaliação neurológica que teve mudanças neste ano de 2017

Escala de Coma de Glasgow ou Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como escala de Glasgow, é uma escala neurológica que permite quantificar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo crânio-encefálico.
Por Antonio Carlos Gelamos 26 dez 2017 - 2 min de leitura
2 min

Escala de Coma de Glasgow ou Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como escala de Glasgow, é uma escala neurológica que permite quantificar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo crânio-encefálico. É usada durante as primeiras 24 horas posteriores ao trauma e avalia três parâmetros: a abertura ocular, a resposta motora e a resposta verbal.

Escala de Coma de Glasgow ou Glasgow Coma Scale (GCS), conhecida em português como escala de Glasgow, é uma escala neurológica que permite quantificar o nível de consciência de uma pessoa que tenha sofrido um traumatismo crânio-encefálico.

fonte: http://aenfermagem.com.br

Avaliação Sistemática

A nova escala foi sistematizada em quatro passos para neste esquema apresentado:

Adaptação: https://enfermagemcuidadosintensivos.blogspot.com.br

Deste modo, avaliação sistemática apresentado, configura numa assistência segura para o cliente, como também, aprimora o atendimento resultando em uma avaliação mais minuciosa e descritiva para um atendimento qualificado.

Como era e o que mudou

 

 

 

Adaptação: https://questoesdefisiocomentadas.wordpress.com/tag/escala-de-coma-de-glasgow/

Forma de apresentação dos resultados

 Na mudança da escrita da Escala também ocorreu, quando escrevemos a escala não será apenas a somatória dos pontos e dos critérios, e sim cada pontuação de cada critério junto com a somatória.

Abertura Ocular = O

Resposta Verbal = V

Melhor Resposta Motora = M

Para quantificar o resultado da avalição da escala de coma de Glasgow, você escreverá a letra da etapa e a pontuação após a letra, e depois somará os números, totalizando assim o resultado:

Exemplo: O3V4M6 = 13

Como vimos, a saúde e os instrumentos vem sofrendo constantes modificações para melhorar a qualidade no atendimento, segurança ao paciente, além de aprimorar os profissionais. Vamos apresentar a Escala de Glasgow Pediátrica.

 

Escala de Glasgow Pediátrica

A Escala de Glasgow em Pediatria é um instrumento de avaliação padronizado, para avaliar o nível de consciência de uma criança, caracterizado por um teste neurológico e sendo um indicador seguro. Como na escala de Glasgow adulto, a escala compreende nos três testes: respostas de abertura ocular, resposta verbal e capacidade motora. Os três valores separadamente, assim como sua soma, são considerados, como na escala do adulto acima descrito. A soma total de 15 pontos corresponde a uma criança completamente lúcida e orientada. A soma de 3 pontos corresponde a uma criança em coma. A pontuação é a medida objetiva para quantificar o nível de consciência.

http://enfermagembio.blogspot.com.br

 A escala de coma de Glasgow foi criada para auxiliar nos testes neurológicos de acidentes que envolvam politraumatismo, incluindo traumatismo crânio-encefálico. Mensura pacientes em estados comatosos e dificuldades na definição da extensão da lesão cerebral.

Para este fim de ano, último blog da Terça com Saúde deixamos a mensagem para todos que acompanham nosso trabalho:

Caro Passado: Grato por todas as Lições. Caro Futuro: Estou Pronto!!!

Sonia Tavares

Lembramos que a leitura é de caráter informativo.

 Referências

Disponível em: https://enfermagemcuidadosintensivos.blogspot.com.br/2017/02/vem-ai-nova-escala-de-coma-glasgow.html
Esperamos que tenha gostado. Caso tenha gostado ou queira deixar um recado, deixe aqui como sugestão para as demais pessoas.

 

Qual sua dúvida ou comentário sobre esse conteúdo?

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Comentários
  • Orlando 07 ago 2018

    Bom dia trabalho em um ambulatório de um clube como técnico em enfermagem onde prestamos assistência pré hospitalar,sendo que minha experiência na enfermagem sempre foi intra hospitalar e a escala de Glasgow e um fortíssimo aliado para direcionar a nossa postura perante a uma vítima de acidente esportivo onde o trauma ocorre com frequência entre eles tce onde é preciso realizar uma avaliação rápida e concisa para tomadas de decisões

  • mm
    Maxi Educa 10 ago 2018

    Bom dia Orlando, obrigada por deixar seu comentário em nosso post. Realmente a escala de coma de Glasgow é muito utilizada para auxiliar os testes neurológicos incluindo o traumatismo crânio-encefálico – tce. Bom trabalho! Ah e temos mais posts sobre saúde, basta acessar: http://blog.maxieduca.com.br/terca-da-saude/ Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • georgina 09 nov 2018

    bom dia! Foi muito gratificante seus comentários acerca da escala, mas gostaria que vc indicasse o artigo científico que consta essa escala sem ter que pesquisar por aqui, pois seria interessante obter base nas minhas pesquisa por lá. O brigada. Atenciosamente

  • mm
    Maxi Educa 16 nov 2018

    Olá, Boa Tarde Georgina! Conforme solicitado segue abaixo alguns artigos científicos sobre a Escala de Glasgow; http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0080-62341997000200010 http://www.scielo.br/pdf/eins/v14n2/pt_1679-4508-eins-14-2-0213.pdf http://www.scielo.br/pdf/ape/v25n3/v25n3a08.pdf http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-12082010-142022/publico/Cristina_Settervall.pdf Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Maria. das Graças Alves 06 mar 2019

    Quería saber mais sobre essa escala

  • mm
    Maxi Educa 12 mar 2019

    Olá Maria das Graças, Bom Dia!! A escala de coma de Glasgow torna-se um forte aliado na avaliação clínica e na tomada de decisões vou disponibilizar o conteúdo no seu e-mail que trabalhamos com esse assunto. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Ana 27 abr 2019

    Minha filha teve pneumonia ficou internada pois estava vomitando e febre percebi que ao ser medicada com ampicilina ela simplesmente não acordava ficou horas eu tentando chama lá até que a Dra. Falou com uma outra médica da escala de Glasgow totalizando 3 quando iam intubala ela derrapante acordou ficou todos sem saber me dar uma resposta foi para uti p observação recebeu alta aposn7 dias está muito bem gostaria de saber o que pode ter ocorrido e se pode acontecer novamente obrigada

  • mm
    Maxi Educa 29 abr 2019

    Olá Ana, Boa Tarde!! O conteúdo apresentado em nossos blogs é de caráter informativo, portanto não posso afirmar os possíveis acontecimentos clínicos que sua filha apresentou durante esse período de hospitalização, com isso explico abaixo a definição da doença pneumonia e suas possíveis complicações em crianças. A Pneumonia é uma inflamação do parênquima pulmonar causada por vírus, bactérias, micoplasmas ou fungos. A pneumonia também pode ser causada por aspiração de corpos estranhos para as vias respiratórias inferiores (pneumonia de aspiração). As pneumonias são mais comuns no inverno e no início da primavera. As crianças que apresentam pneumonias repetidas devem ser avaliadas quanto à existência de doenças pulmonares crônicas, inclusive asma ou fibrose cística. As complicações potenciais da pneumonia incluem bacteriemia, derrame pleural, empiema, abscesso pulmonar e pneumotórax. Mesmo pneumonias tratadas adequadamente podem ter complicações. Um exemplo dessas complicações é o derrame pleural, quando o líquido infectado sai do pulmão e vai para a pleura, membrana que envolve o pulmão. Quando isso acontece, esse líquido precisa ser drenado; se não for, a infecção tem chances de se espalhar pelo corpo e evoluir para uma sepse (infecção generalizada), que pode levar à morte. Entre outras complicações possíveis estão a formação de abscessos, que são acúmulos de pus, e bronquiectasias, um alargamento dos brônquios. Já a Escala de Glasgow que você ouviu o diálogo entre as médicas em Pediatria ela é muito utilizada sendo um instrumento de avaliação padronizado, para que possa avaliar o nível de consciência em criança, sendo um indicador neurológico já que a sua filha não respondia aos estímulos realizados. Obrigado por deixar seu comentário em nosso post. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Flaviano 01 maio 2019

    A dúvida é: Quando eu não conseguir avaliar um dos três parâmetros, por exemplo: Paciente internado na UTI sem sedação, em VM, com abertura ocular espontânea e motor respondendo a comandos. O 4 v NT M 6 Devo somar? Já que esse paciente vai está dando Glasgow rebaixado, não por conta de problemas neurológicos, mas sim por não ter como testar a resposta verbal.

  • mm
    Maxi Educa 02 maio 2019

    Olá Flaviano, Boa Tarde!! "A dúvida é: Quando eu não conseguir avaliar um dos três parâmetros, por exemplo: Paciente internado na UTI sem sedação, em VM, com abertura ocular espontânea e motor respondendo a comandos. O 4 v NT M 6 Devo somar? Já que esse paciente vai está dando Glasgow rebaixado, não por conta de problemas neurológicos, mas sim por não ter como testar a resposta verbal." Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

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