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Pontos fundamentais sobre os Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil e deficiência auditiva que levou muitos estudantes as dúvidas da redação do ENEM 2017

Por Paula Bidoia 09 nov 2017 - 2 min de leitura
2 min

A prova do último ENEM gerou grandes confusões entre os estudantes sobre o tema: formação educacional de surdos no Brasil. Fizemos esse blog para tirar algumas dúvidas.

Qual o primeiro ponto para sair na frente no momento da sua redação; entender que existe diferença entre surdo e deficiente auditivo, já que não se trata de palavras sinônimas.

Biologicamente falando, os surdos já nascem assim, sem terem ouvido nada antes, por sua vez, os deficientes auditivos, tem uma capacidade parcial de detectar os sons, sendo que para este último é possível o uso de aparelhos auditivos e até mesmo cirurgias para restaurar melhor o sentido.

Direitos educacionais dos surdos

Ainda que a LDB dite muitas formas de inclusão, que na teoria são maravilhosas e inspiradoras, sabemos que na prática as coisas não funcionam tão bem assim.

As escolas públicas brasileiras possuem poucas verbas, infelizmente são levados ao descaso por nossos governantes e quem paga com isso são os alunos, principalmente aqueles que requerem um cuidado maior.

Enfim, sem tantas delongas “as politicagens” brasileiras, vamos pensar que ter um intérprete em sala de aula ajudaria surdos e mudos, ai vem a nuvem cinzenta sobre nossas cabeças que nos faz pensar na forma como poderemos ter uma formação de qualidade para essas pessoas especiais.

O que deveria ser feito para vencer esse desafio?

Que tal usarmos da tecnologia, aliada à educação. Existe um aplicativo, desenvolvido por brasileiros conhecido como Hugo, ele pode ser acessado por qualquer pessoa que tenha um smartphone em mãos, já foi acessado por 400 mil pessoas. Neste aplicativo temos o Hugo que ajuda a pessoa que não ouve, temos ainda o ProDeaf, que também é muito parecido com o Hand Talk.

A prova do último ENEM gerou grandes confusões entre os estudantes sobre o tema: formação educacional de surdos no Brasil. Fizemos esse blog para tirar algumas dúvidas.

Fonte: https://www.biologiatotal.com.br

Mas calma, isso foi uma ideia, caso não seja possível usar o celular, o professor deve ter em mãos bons materiais e conteúdos, como jornais e revistas que facilitem o entendimento do aluno.

Números alarmantes

O acesso público é precário para os alunos ouvintes, apenas 7% da população brasileira é alfabetizada. de modo que o professor deve entender que a língua portuguesa não é a língua fluente do surdo.

 

Gravem bem: a língua dos surdos é LIBRAS e muitos alunos deslizaram feio nessa prova e colocaram que a língua era BRAILE.

Bilinguismo[1]

fonte: https://www.sempreincluidos.com.br

No bilinguismo, primeiro os surdos adquirem a Língua de Sinais (LS) e depois aprendem o Português na modalidade escrita. Segundo Quadros (1997, 2006), Góes (1999) Skliar (1997, 1998, 1999) e Fernandes (2003), não é simplesmente tornar disponível o uso de duas línguas no contexto escolar, tomando a LS uma língua natural e a Portuguesa uma segunda língua.

Bilinguismo é mais do que o domínio puro e simples de uma outra língua como mero instrumento de comunicação. E neste sentido, apenas os integrantes dessa comunidade, como surdos, podem contribuir, de modo efetivo, para a educação de crianças surdas (FERNANDES, 2003, p. 55).

Enfim, expusemos alguns pontos que podem esclarecer as dúvidas de alguns alunos, mas nada de desânimo, se não der dessa vez, vamos para a próxima.

Aproveite e deixe aqui seu comentário. A maior riqueza do ser humano é seu poder de comunicação.

[1] http://institutoitard.com.br/desafios-para-formacao-educacional-de-surdos-no-brasil/

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