Conheça um pouco mais da a Leptospirose que causa diversos problemas a nossa saúde e aprimore-se para os concursos

A leptospirose conhecida também como: febre dos sete dias, febre dos pântanos e doença do rato, é doença infecciosa aguda com envolvimento sistêmico (corpo todo) e de caráter endêmico
Por Antonio Carlos Gelamos 28 nov 2017 - 4 min de leitura
4 min

A leptospirose conhecida também como: febre dos sete dias, febre dos pântanos e doença do rato, é doença infecciosa aguda com envolvimento sistêmico (corpo todo) e de caráter endêmico, podendo se apresentar na forma epidêmica sob determinadas condições. A infecção pode ser assintomática, subclínica ou ocasionar quadros clínicos graves, anictéricos ou ictéricos com alta letalidade.

O Brasil, de 1980 a 2005, teve pouco mais de 60 mil casos da doença em todo o país, sendo que 1/3 foi no Sudeste. Apenas 10% têm ocorrência grave e é conhecida por Doença ou Síndrome de Weil, tendo manifestações hemorrágicas severas e comprometimento da função renal. Na maioria dos casos, a Leptospirose é benigna.

A leptospirose conhecida também como: febre dos sete dias, febre dos pântanos e doença do rato, é doença infecciosa aguda com envolvimento sistêmico (corpo todo) e de caráter endêmico

fonte: http://tnb.art.br/rede/leptospirose

A bactéria Leptospira penetra ativamente por mucosas ou lesões da pele do paciente. Após a penetração no seu hospedeiro, ela espalha-se rapidamente pela via linfática e sanguínea.

Os principais órgãos afetados são os rins, fígado, cérebro e pulmões. O período de incubação da bactéria pode variar de 2 a 30 dias, mas a média é de 10 dias de intervalo entre a contaminação e o início dos sintomas da doença.

As bactérias da leptospirose podem sobreviver no ambiente até semanas ou meses, o que vai depender das condições do mesmo, como temperatura, umidade, lama ou águas de superfície. Porém, elas são bactérias sensíveis aos desinfetantes comuns e a determinadas condições ambientais, sendo mortas rapidamente por desinfetantes, como o hipoclorito de sódio, presente na água sanitária, e também quando expostas à luz solar direta.

Seu modo de transmissão é pelo contato com água ou solo contaminados pela urina dos animais portadores, principalmente de roedores, e mais raramente pelo contato direto com sangue, tecido, órgão e urina de animais infectados.

fonte: http://www.cabofrioagora.com

Sinais e Sintomas

A Leptospirose pode apresentar sintomas, mas também pode não apresentar sintomas. Os sintomas mais comuns são:

– Febre alta repentina.

– Mal-estar.

– Dor muscular (mialgias), especialmente na panturrilha, na cabeça e no tórax.

– Olhos vermelhos (hiperemia conjuntival).

– Cansaço.

– Náuseas.

– Desidratação.

– Exantemas (manchas vermelhas no corpo), aumento dos linfonodos, baço e fígado.

 Diagnóstico

 Clínico-epidemiológico e laboratorial. A suspeita clínica deve ser confirmada por métodos laboratoriais específicos.

Para esclarecimento etiológico de óbitos deve-se realizar os testes em tecidos humanos convencionais e a pesquisa de leptospiras por colorações especiais ou imunohistoquímica ( tecidos: cérebro, pulmão, rim, fígado, pâncreas e coração).

 Diagnóstico diferencial

 a) Forma anictérica – Quando não há amarelamento da pele, esta é a forma mais benigna. Apresenta poucos sintomas e é autolimitada. Ocorre em 90% dos pacientes infectados.

 b) Forma ictérica – Quando a pele apresenta aspecto amarelado, esta forma é também conhecida por “Doença de Weil”, e é a mais grave. Acomete 10% dos doentes e pode levar à morte.

fonte: http://www.opiniaonaweb.com.br

PREVINA-SE

Enchentes e chuvas fortes contribuem nos países tropicais e subtropicais para o contato do homem com águas e lama contaminadas pela urina do roedor, favorecendo o aparecimento de surtos da doença humana. Ocorre em áreas urbanas e rurais, porém, no Brasil, a maior parte dos casos está ligada às condições de vida e infraestrutura sanitária, principalmente em nível domiciliar. Toda a população é suscetível e os principais grupos etários afetados são dos 20 a 49 anos. Algumas profissões facilitam o contato com as leptospiras como pessoas que trabalham em limpeza e desentupimento de esgotos, agricultores, veterinários, tratadores de animais, pescadores, magarefes, laboratoristas e bombeiros, dentre outras.

fonte: http://www.leiaja.com/noticias/2015/06/30/leptospirose-chega-mais-de-150-casos-em-pe-neste-ano/

Algumas medidas e cuidados podem ser tomados para prevenir-se da Leptospirose:

– Medidas básicas de higiene.

– Embale sempre seu lixo e não deixe diretamente no chão.

– Lave bem os alimentos, especialmente frutas e verduras que serão consumidas cruas.

– Vacine seu animal e mantenha rigorosamente limpas as vasilhas em que são servidos alimentos e água.

– Não deixe as caixas d’água destampadas.

– Use luvas e botas de borracha se trabalhar em ambientes que possam ser reservatórios da bactéria Leptospira.

fonte: http://informativoregional.com.br/destaque/leptospirose-uma-bacteria-que-pode-ser-fatal/

Lembramos que a leitura é de caráter informativo.

Esperamos que tenha gostado e aprendido um pouco desta bactéria que é muito fácil de adquirir. Caso tenha gostado ou queira deixar um recado, deixe aqui como sugestão para as demais pessoas.

Referências

Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br/

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