Do Oiapoque ao Chuí: Conheça as principais características das regiões brasileiras e se dê bem na Geografia do Brasil em vestibulares e concursos

Por Angélica Calil 09 fev 2018 - 8 min de leitura
8 min

As principais características sócio espaciais das regiões brasileiras são frequentemente cobradas em vestibulares e concursos.

Por isso te convido a fazer comigo esta viagem, do Oiapoque ao Chuí, com parada obrigatória, em cada região brasileira e dentro deste gigantismo territorial, conhecermos uma enorme diversidade de lugares, cada qual com particulares que geram diferentes paisagens.

 As principais características sócio espaciais das regiões brasileiras são frequentemente cobradas em vestibulares e concursos.

Fonte: http://2v11africadosul.zip.net/images/brasil6ml.jpg.

Divisão das Regiões pelo IBGE

O Brasil segue, atualmente, a divisão regional estabelecida em 1990, pelo IBGE, que divide o país em cinco regiões: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sul e Sudeste.

Região Centro-Oeste

Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/upload/e/centro%20oeste(1).jpg.

As atividades econômicas específicas criaram um espaço geográfico muito particular no Centro-Oeste, especialmente no campo.

O espaço agrário dessa região é dominado por uma agricultura extremamente avançada, que emprega tratores e máquinas modernas em larga escala. Essas tecnologias somam-se a outras, como robôs e computadores, cada vez mais presentes na agroindústria do Centro-Oeste.

Na região, extensas plantações são vistas ao lado de enormes galpões de concreto e metal, usados para armazenamento e beneficiamento dos produtos agropecuários. São indústrias de ração, de sementes modificadas, de sementes melhoradas por meio da biotecnologia, de fertilizantes, de óleos vegetais e margarinas, de beneficiamento de carnes (frigoríficos), que a cada dia se espalham por todo o Centro-Oeste em meio à plantações de milho, sorgo, soja, arroz, feijão, cana-de-açúcar, etc.

Mas não é apenas a paisagem rural que se modifica rapidamente. Cidades pequenas e médias crescem e um ritmo impressionante, contando, cada vez mais, com lojas sofisticadas e shopping centers.

Ao mesmo tempo que essas modernas construções se expandem, surge também maior demanda por trabalhadores qualificados, como engenheiros agrônomos, técnicos especializados na manutenção e conserto de máquinas e equipamentos agrícolas, veterinários, que, ao lado de médicos e advogados, contribuem para a diversificação e o aprimoramento dos serviços no campo.

Na área da medicina, por exemplo, encontra-se em Goiânia, Goiás, um centro de excelência em diversos ramos, como a oftalmologia e a cirurgia plástica. Consequentemente, os usuários e clientes desses tipos específicos de serviços não precisam mais de deslocar para as metrópoles nacionais, como Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

O dinamismo econômico e social do Centro-Oeste pode ser ilustrado também pela sofisticação do mercado imobiliário, que busca atender à demanda das pessoas de alto poder aquisitivo. Multiplicam-se os edifícios de alto padrão, sobretudo nas cidades médias e grandes. Ao mesmo tempo, há o incremento do turismo, favorecido pela existência de belíssimas paisagens, especialmente no Pantanal e nas inúmeras chapadas da região, por exemplo.

Lembre-se de que a maior parte do território do Centro-Oeste encontra-se no domínio de dois grandes biomas: o Cerrado e a Amazônia. Em função, principalmente, da expansão da agroindústria, a destruição desses biomas atinge níveis dramáticos. Atualmente, grandes extensões territoriais situadas ao norte da região têm sido efetivamente ocupadas, fenômeno desencadeado pelo início da construção da rodovia Belém-Brasília, na década de 1950.

Região Nordeste

Fonte: http://www.nordestebrasileiro.com.br/wp-content/uploads/2014/06/nordeste.gif.

O Nordeste apresenta pontos de elevado dinamismo econômico, tanto no campo quanto nas cidades. Porém, a elevada concentração fundiária e a persistência de graves problemas sociais representam um entrave ao desenvolvimento regional.

Apesar de não se destacar em grande parte dos indicadores econômicos e sociais, a Região Nordeste passa por um processo de integração econômica com as outras regiões do país e com o mundo, apresentando alternativas para o desenvolvimento em diferente setores.

Se comparados o índice de desenvolvimento humano do Brasil com o dos estados do Nordeste, observamos que todos eles, apresentam IDH menor que a média nacional, o que evidencia a defasagem social dessa região em relação ao Brasil.

Entre os estados nordestinos, a Bahia conta com a maior participação no PIB brasileiro. Sua economia é diversificada e produz riqueza com atividades da agropecuária, da indústria e de serviços.

A implantação de polos industriais e de agricultura modernizada vem transformando a economia nordestina. Porém, apesar dos avanços econômicos, o Nordeste ainda figura abaixo da média nacional no que diz respeito ao desenvolvimento humano e à qualidade de vida.

Quanto ao setor agrícola, destacam-se duas importantes monoculturas cultivadas na Zona da Mata; a cana-de-açúcar, especialmente em Alagoas e Pernambuco, e o cacau, no sul da Bahia.

No Meio-Norte, além da agricultura tradicional (cana, soja, mandioca, arroz) e do extrativismo vegetal (babaçu, carnaúba), têm crescido as plantações de soja no sul dos estados do Maranhão e do Piauí – cultivo que se estende até o sertão, chegando ao oeste da Bahia.

No Sertão, caracterizado pelo clima semiárido, solos pedregosos e vegetação de caatinga, subsiste a agricultura tradicional cultivada nos vales mais úmidos e nas encostas e pés de serras. Milho, arroz, feijão, mandioca, algodão e cana-de-açúcar são as principais culturas.

Na pecuária predomina a criação de animais de pequeno porte como asininos (jumentos, mulas e burros), caprinos (cabras), ovinos (ovelhas) e suínos (porcos). A criação de bovinos (bois), tradicionalmente desenvolvida no Sertão de forma extensiva, vem crescendo também em áreas do Agreste próximas ao Sertão, com solos de baixa fertilidade e pouca umidade, e em áreas do Maranhão. A pecuária leiteira, na modalidade extensiva e voltada para o abastecimento da Zona da Mata, é praticada no Agreste.

O turismo desenvolvido a partir das potencialidades naturais é outra atividade econômica de grande importância para a região.

Região Norte

Fonte: http://3.bp.blogspot.com/_-BCA_B1L1JY/TA63isk4xII/AAAAAAAABH8/MyPD72jHYOc/s320/Regi%C3%A3o+Norte.png.

O desenvolvimento socioeconômico da Região Norte é uma questão nacional estratégica que se relaciona com a exploração dos recursos da Amazônia brasileira. A região, que conta com mais de 15,8 milhões de habitantes, que produzem 5,3% do PIB brasileiro, ainda é defasada em muitos indicadores sociais.

Referente ao conflito entre o modelo de desenvolvimento econômico da Região Norte e a preservação ambiental, observa-se que ao mesmo tempo que as atividades agropecuária e mineradora contribuem para a geração de riqueza na Amazônia, causam degradação ambiental de grandes áreas de floresta.

Quanto à distribuição da população da Região Norte, ela se concentra, sobretudo, nas capitais dos dois maiores estados da região: Belém e Manaus. A ocupação mais efetiva de Rondônia, de Tocantins e da porção leste do Pará denota o avanço da atividade agropecuária sobre a Floresta Amazônica.

A região amazônica pertence a sete países, além do Brasil. A construção de diversos eixos rodoviários garantiu a articulação da região ao território nacional.

Região Sul

Fonte: https://www.sullivre.org/wp-content/uploads/2016/03/regiao.jpg.

Herdeira de uma padrão de colonização baseado em pequenas propriedades voltadas para os mercados internos, a Região Sul atualmente se destaca na produção industrial e agrícola e apresenta indicadores sociais acima da média nacional.

Quanto à distribuição populacional, a Região Sul é a mais homogênea do país devido à área reduzida dessa região e à sua ocupação em pequenas propriedades com produções diversificadas, o que pode ser relacionado com o processo de ocupação e desenvolvimento de núcleos populacionais no interior dos estados.

Referente à distribuição de renda, a Região Sul apresenta uma distribuição menos desigual que a média do Brasil. Enquanto a parcela da população com rendimento mensal de até um salário mínimo é 5,8% menor que a nacional, os percentuais das outras classes de rendimento dessa região são maiores do que os brasileiros.

A diversificação em diferentes setores econômicos acarretou transformações sociais na Região Sul. A modernização da agricultura e o fortalecimento da agroindústria aceleraram o êxodo rural, aumentando a migração para outros estrados e a ocupação de áreas urbanas.

Por ser a população bem distribuída no território, a estrutura fundiária é a menos desigual do pais. As terras parceladas em pequenas propriedades são características da agricultura familiar.

Embora se destaquem as indústrias têxtil e alimentícia na Região Sul, o segundo maior polo industrial automobilístico brasileiro foi implantado na década de 1990 na Região Metropolitana de Curitiba.

Entre os aspectos naturais da Região Sul destacam-se o clima subtropical, o relevo predominantemente planáltico e a presença de formações vegetais características, como a Mata das Araucárias e as pradarias.

Região Sudeste

Fonte: http://escolakids.uol.com.br/public/images/legenda/50d28fe9ee1603f2ab360bb42a6c2dc9.jpg.

Grande parte do território da Região Sudeste é dominada por formações planálticas, com destaque para os Planaltos e Serras do Atlântico Leste-Sudeste, constituídos pelos cinturões orogênicos, e os Planaltos da Bacia Sedimentar no Paraná.

Do norte do Espírito Santo ao sul do Estado de São Paulo, há um conjunto diversificado de ambientes costeiros. Nesse trecho do litoral brasileiro, de formação cenozoica, existem inúmeras restingas, baías e ilhas costeiras. Entre as primeiras, destacam-se as de Marambaia e Cabo Frio, ambas localizadas no litoral do Rio de Janeiro. Entre as baías, as mais conhecidas são as de Guanabara (RJ), Parati (RJ), Vitória (ES), Angra dos Reis (RJ) e Santos (SP).

Entre as regiões brasileiras, a Sudeste foi a primeira a se tornar majoritariamente urbana e é também a que apresenta a maior taxa de urbanização.

Chegamos ao fim de nossa viagem nas regiões brasileiras.  Mas não vá embora antes de deixar aqui seu joinha!

Abraço e até a próxima;

Imagem destacada disponível em:
http://www.smartkids.com.br/content/articles/images/197/thumb/regioes-brasileiras_1.png.
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Comentários
  • marcos 11 fev 2018

    Parabens,muito util.

  • mm
    Maxi Educa 12 fev 2018

    Bom dia Marcos Agradecemos sua participação em nosso post. Ficamos muito felizes que nosso trabalho tenha lhe sido útil. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • gabriel 18 jul 2018

    oi fou muto util esse e vo melhor aplicativos boms atemdimentos etc..

  • mm
    Maxi Educa 19 jul 2018

    Bom dia Gabriel Agradecemos seu comentário em nosso blog. Como é bom saber que conseguimos elaborar um post que tenha sido útil para os seus estudos. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Rafaella 28 mar 2019

    Me ajudou bastante agradecida muito obgd ganhei 3 pontos pela ajuda de vcs pela minha pesquis e pelas dicas obgd

  • mm
    Maxi Educa 28 mar 2019

    Olá Rafaella, Bom Dia!! Obrigado por deixar seu comentário em nosso post, nossa meta é passar algum tema de forma clara e objetiva para que todos entendam. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Bruno 08 abr 2019

    Isso vai ajudar muito na prova

  • mm
    Maxi Educa 08 abr 2019

    Olá Bruno, Boa Tarde!! Obrigado por deixar seu comentário em nosso post, nossa meta é passar algum tema de forma clara e objetiva para que todos entendam. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • jhon 16 abr 2019

    faltou mas sobre a região sudeste que e a principal

  • mm
    Maxi Educa 17 abr 2019

    Olá Jhon, Bom Dia!! Agradecemos por sua participação em nosso blog. Quanto ao seu comentário, por tratar-se de um blog, os conteúdos dos posts são mais resumidos, para finalidade de uma leitura dinâmica, com somente algumas informações de determinado assunto. Ainda assim, diante sua solicitação, seguem algumas informações complementares sobre a Região Sudeste. O surguimento da Placa Tectônica Sul-Americana, entre o final do Período Cretáceo e o início do Paleógeno, movimentou antigas linhas de falha e provocou a formação de escarpas acentuadas com elevadas altitudes, como as da Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar. Assim, com exceção dos picos do Maciço das Guianas, no extremo norte do país, é no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais que se encontram os pontos mais altos do Brasil. Em 2004, o IBGE, em parceria com o Instituto Militar de Engenharia (IME), revisou as altitudes desses pontos, utilizando recursos mais modernos de sistema de navegação e posicionamento por satélites. A Serra do Espinhaço corta Minas Gerais desde as proximidades de Belo Horizonte até o Vale do Rio São Francisco, podendo ser subdividida em dois compartimentos de planaltos: o planalto meridional e o planalto setentrional, ricos em minérios (ferro, bauxita, ouro). Em 2005, a Unesco reconheceu esse conjunto de planaltos da Serra do Espinhaço como Reserva da Biosfera, pela diversidade ambienta e histórica do local. Além de integrar pontos culturais importantes como Congonhas, Ouro Preto e Diamantina, é o divisor de águas entre as bacias hidrográficas do São Francisco, Doce e Jequitinhonha, e apresenta a biodiversidade florística mas risca dos campos rupestres do planeta. A superfície do Planalto Atlântico foi bastante desgastada pelos processos erosivos, formando um relevo dominante de morros com topos convexos, denominados mares de morros. Entre os Planaltos e as Chapadas da Bacia Sedimentar do Paraná e o Planalto Atlântico, encontram-se as depressões periféricas, superfícies bastante erodidas entre o Paleógeno e o Quaternário (há cerca de 70 milhões de anos). Nesses compartimentos do relevo da Região Sudeste, os terrenos apresentam altitudes menores, sendo delimitados pelos Planaltos Sedimentares da Bacia do Paraná por escarpas denominadas frentes de cuestas. O clima tropical predomina na Região Sudeste. No oeste paulista, parte do Triângulo Mineiro e na porção centro-norte de Minas Gerais, o padrão climático tropical apresenta duas estações bem demarcadas, com o verão muito chuvoso e o inverno seco. Na faixa litorânea, o volume e a frequência das chuvas são maiores. Ao contrário, no norte de Minas Gerais, as chuvas são escassas e irregulares. O clima tropical de altitude abrange as regiões serranas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Por fim, o clima subtropical ocorre no extremo meridional do território paulista, ao sul do Trópico de Capricórnio. Originalmente, a mata tropical era a cobertura de vegetação dominante no Sudeste, refletindo o padrão climático regional. Na depressão periférica e nas regiões mineiras com a estação seca mais acentuada, predominavam os cerrados. Tanto a Mata Atlântica como o Cerrado foram amplamente devastados no processo de formação territorial da Região Sudeste. O Sudeste é a região mais populosa do Brasil. Em 2011, contava com mais de 82 milhões de habitantes, o que representava 42% do total da população brasileira. No entanto, esse contingente populacional está desigualmente distribuído pelo território. São Paulo concentrava 41,3 milhões, Minas Gerais, 19,6 milhões e o Rio de Janeiro, quase 16 milhões de pessoas. Entre esses estados mais populosos, o Rio de Janeiro possuía a maior densidade demográfica (365,23 hab./km²), seguido por São Paulo (166,25 hab./km²). Ainda que a densidade demográfica média, na época, era de apenas 86,92 habitantes por km², as regiões litorâneas são mais densamente povoadas, podendo atingir 10 mil habitantes por km² nas maiores cidades. A partir de 1940, São Paulo tornou-se o estado mais povoado do Brasil. Esse crescimento foi povoado pelos fluxos internos de migrantes em busca de trabalho, sobretudo do Nordeste. Na década de 1970, os migrantes foram responsáveis por mais de 40% do crescimento demográfico do estado. Além disso, houve também grande mobilidade populacional entre os estados da própria região. Entre 2005 e 2010, mais de 500 mil pessoas de Minas Gerais se deslocaram em direção a São Paulo, um contingente superior aos migrantes da Bahia, que representaram 21% dos fluxos de chegada, cerca de 230 mil pessoas. Apesar do registro de fluxos de regresso de São Paulo para os estados de origem, entre 2005 e 2010 São Paulo registrou saldo migratório positivo, indicando que o território paulista ainda exerce atração da população migrante. Nesse intervalo, São Paulo foi o Estado que recebeu o maior número de migrantes (1,1 milhão), seguido do Rio de Janeiro (270 mil). Entretanto, a participação no componente migratório no crescimento da população do estado vem perdendo intensidade desde a década de 2000. Enquanto o cruzamento das curvas de crescimento das populações rural e urbana no Brasil ocorreu na década de 1960, essa reversão de proporcionalidade no Sudeste ocorreu já nos anos 1950. Espero que essas informações complementares lhe sejam úteis. Continue nos acompanhando nas redes sociais, curtindo e compartilhando nossos posts, bem como comentando e apresentando sugestões. Sua opinião é muito importante para nós. Acompanhe-nos nas redes sociais. 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  • Ariadni 22 abr 2019

    Obrigada isso é muito útil mesmo eu amei muito obg

  • mm
    Maxi Educa 22 abr 2019

    Olá Ariadni, Bom Dia!! Obrigado por deixar seu comentário em nosso post, nossa meta é passar algum tema de forma clara e objetiva para que todos entendam. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • stephany 23 abr 2019

    ache bem interessante de estuda. isso vai ajudar muito nas provas1!!!!!!.

  • mm
    Maxi Educa 24 abr 2019

    Olá Stephany, Bom Dia!! Obrigado por deixar seu comentário em nosso post, nossa meta é passar algum tema de forma clara e objetiva para que todos entendam. Acompanhe-nos nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Fernando 10 jun 2019

    Esse coisa perdão foi muito útil para a minha pesquisa bom dia Boa noite😇😇

  • mm
    Maxi Educa 10 jun 2019

    Oi Fernando, tudo bem!! Obrigado por deixar seu comentário em nosso post, nossa meta é passar algum tema de forma clara e objetiva para que todos entendam. Ah não se esqueça de nós acompanhar nas redes sociais. Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Gleicy 02 jul 2019

    Muito obrigado pela ajuda para minha pesquisa da escola

  • mm
    Maxi Educa 03 jul 2019

    Poxa, que bom que te ajudou Gleicy! Obrigado pelo seu feedback do nosso conteúdo. Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW Abraços!!

  • Jaiany 08 jul 2019

    O brasil e regionalizado de duas maneiras diferentes uma segundo o IBGE e a outra segundo o Geógrafo Pedro Pinchas Geiger com base nas nacionalizações por favor gente mim ajuda

  • mm
    Maxi Educa 24 jul 2019

    Olá Jaiany, tudo bem? A fim de compreender melhor as diferenças econômicas e sociais do território brasileiro, na década de 1960, surgiu uma proposta de regionalização que dividiu o espaço em regiões geoeconômicas, criada pelo geógrafo Pedro Geiger. Nessa regionalização, o critério utilizado foi o nível de desenvolvimento, características semelhantes foram agrupadas dentro da mesma região. De acordo com esse critério, o Brasil está dividido em três grandes regiões: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. A regionalização oficial do Brasil é a de 1990 e apresenta as modificações instituídas com a criação da Constituição de 1988. Os territórios de Roraima e Amapá são elevados à categoria de estado (o território de Rondônia já havia sofrido essa mudança em 1981); é criado o estado de Tocantins; e é extinto o Território Federal de Fernando de Noronha, que passa a ser incorporado ao estado de Pernambuco. Lembrando que nossos blogs possuem conteúdo meramente informativo, e de maneira alguma temos qualquer pretensão de esgotarmos os conteúdos de cada assunto específico. Obrigado por deixar seu comentário em nosso post. Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

  • Ediene 08 jul 2019

    Nome das duas regionalização do IBGE e a outra segundo o Geógrafo Pedro Pinchas Geiger

  • mm
    Maxi Educa 24 jul 2019

    Olá Ediene, tudo bem?? A fim de compreender melhor as diferenças econômicas e sociais do território brasileiro, na década de 1960, surgiu uma proposta de regionalização que dividiu o espaço em regiões geoeconômicas, criada pelo geógrafo Pedro Geiger. Nessa regionalização, o critério utilizado foi o nível de desenvolvimento, características semelhantes foram agrupadas dentro da mesma região. De acordo com esse critério, o Brasil está dividido em três grandes regiões: Amazônia, Nordeste e Centro-Sul. A regionalização oficial do Brasil é a de 1990 e apresenta as modificações instituídas com a criação da Constituição de 1988. Os territórios de Roraima e Amapá são elevados à categoria de estado (o território de Rondônia já havia sofrido essa mudança em 1981); é criado o estado de Tocantins; e é extinto o Território Federal de Fernando de Noronha, que passa a ser incorporado ao estado de Pernambuco. Lembrando que nossos blogs possuem conteúdo meramente informativo, e de maneira alguma temos qualquer pretensão de esgotarmos os conteúdos de cada assunto específico. Obrigado por deixar seu comentário em nosso post. Aproveite para nos acompanhar nas redes sociais: Facebook: https://goo.gl/fgnB61 Instagram: https://goo.gl/xe1LmU YouTube: https://goo.gl/REyOiW

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