Se livre dos preconceitos e saiba como abordar o suicídio nas escolas

O suicídio é um fenômeno complexo que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero.
Por Maxi Educa 12 jul 2018 - 3 min de leitura
3 min

O suicídio é um fenômeno complexo que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Mas ele pode ser prevenido. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo.

O suicídio é um fenômeno complexo que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero.

Fonte: http://fundacaotelefonica.org.br/noticias/quatro-maneiras-de-falar-sobre-suicidio-na-escola/

Os casos  entre adolescentes e adultos tem aumentado nas faixas etárias de quinze a trinta e cinco anos, nos manuais para a prevenção de suicídio da Organização Mundial da Saúde, cada vez mais, e preocupando muito familiares, professores e estudiosos do desenvolvimento e acompanhamento social das pessoas.

Muitas vezes os motivos que os levam a tal acometimento, geralmente, podem ser frutos da capacidade de terem uma infância bem preparada com suas inteligências emocionais, onde um desenvolvimento mental bem estruturado a respeito de saberem lidar melhor com as frustrações e construírem capacidades resilientes, podem auxiliar na diminuição desses casos.

Fatores que levam os adolescentes a cometerem suicídios

Fonte: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1828/quem-tem-medo-de-falar-de-suicidio-na-escola

O suicídio pode ser cometido por um conjunto de fatores unidos que fortalece a pessoa a tirar sua própria vida. O psicanalista Mário Corso, lista alguns fatores que podem ser mencionados como principais causas entre os jovens, sendo eles:

– a formação do cérebro;

– o momento da vida de aprender a viver sem os pais

– a pressão por definir uma carreira;

– os hormônios típicos dessa faixa etária, o contexto dessa atual geração de jovens também deve ser levado em conta.

Transtornos mentais e suicídio

A depressão é o principal transtorno sofrido pelos suicidas, seguido respectivamente pelo transtorno por abuso de substâncias, distúrbio de personalidade, esquizofrenia e ansiedade (segundo pesquisa realizada por José Manoel Bertolote e Alexandra Fleischmann).

No entanto, não quer dizer que todo depressivo seja suicida em potencial ou que todo suicida sofria de algum tipo de transtorno como a depressão.

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/suicidio-de-estudantes-causa-comocao-nas-redes-sociais-e-reflexoes-em-escolas/

O professor e a prevenção do suicídio?

Enquanto docentes não podemos criar ideias erradas e antiquadas de falar sobre suicídio faz com se aumente o número de mortes por imitação.

Devemos sempre nos conscientizar de que não é proibido falar sobre isso com nossos alunos, mas que somos responsáveis pelas formas que passamos os conteúdos. Não podemos de forma alguma romantizar, glamourizar ou ensinar técnicas suicidas, pois isso sim pode funcionar como um desencadear no aluno com ideais suicidas.

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/

O professor e a prevenção do suicídio?

Enquanto docentes não podemos criar ideias erradas e antiquadas de falar sobre suicídio faz com se aumente o número de mortes por imitação.

Devemos sempre nos conscientizar de que não é proibido falar sobre isso com nossos alunos, mas que somos responsáveis pelas formas que passamos os conteúdos. Não podemos de forma alguma romantizar, glamourizar ou ensinar técnicas suicidas, pois isso sim pode funcionar como um desencadear no aluno com ideais suicidas.

Fonte: https://gestaoescolar.org.br/conteudo/1876/setembro-amarelo-15-conteudos-que-incentivam-a-prevencao-ao-suicidio

Mitos e Verdade

Diante de uma pessoa sob o risco:

Fonte: http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/20/folheto-Suicidio-Publico-Gera.pdf

Então professores(as), é muito importante o nosso papel no ensino e abordagem correta sobre esses assuntos com nossos discentes para que estejam mais preparados para lidar com essas situações em que são expostas cada vez mais, lembrando que a nova BNCC , traz também a inclusão da disciplina de educação emocional nas escolas.

Esperamos que esse blog tenha ajudado a orientar em medidas tomadas para ajudar a identificar casos na escola e com o próprio professorado.

Fonte: https://saude.abril.com.br/

E então? Gostou do nosso post de hoje? Gostaria de acrescentar alguma vivência? Compartilhe suas dificuldades conosco em abordar esse tema na escola.

Compartilhe essa ideia e passe em diante essas importantes informações, pois a leitura é essencial para o aprendizado.

Deixe aqui seu comentário e mais sugestões que teremos grande prazer em lhe atender.

Aproveite e reforce sua conscientização lendo nosso blog anterior sobre Setembro Amarelo

Referências bibliográficas

http://educacaointegral.org.br/reportagens/qual-o-papel-das-escolas-na-prevencao-do-suicidio/
http://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/20/folheto-Suicidio-Publico-Gera.pdf
http://revista.fct.unesp.br/index.php/Nuances/article/view/3825/3009
http://www.who.int/mental_health/prevention/suicide/en/suicideprev_phc_port.pdf
https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/suicidios-de-adolescentes-como-entender-os-motivos-e-lidar-com-o-fato-que-preocupa-pais-e-educadores.ghtml
https://www.cvv.org.br/wp-content/uploads/2017/09/folheto-jornalistas.pdf

Tutor: Renan Costa da Silva

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